Monday, March 08, 2010

carta de arquivo

time is the great healer (há controvérsias). vi meu vizinho fechando a porta quando saí no corredor agora há pouco. seria algo totalmente insignificante, a não ser pelo fato de que senti um cheiro que me congelou por dentro, fiquei imóvel por uma fração de segundo (poderia ter durado a eternidade e eu não notaria) e então percebi o golpe. era o cheiro da tua casa pela manhã. jamais pensei que isso pudesse ser reconhecido, repetido, notado ou reproduzido, mas ali estava eu com aquele sentimento, ou melhor, vários deles se atropelando dentro de mim. quando eu entrava na tua sala, era apenas mais uma coisa boba do dia-a-dia, agora com o tempo e a distância, se transformou em algo único, transborando de nostalgia, assim como todo o resto. mas o que resta? ontem senti teu perfume na rua, olhei em volta e nada. alívio e decepção. é tão forte que eu posso senti-lo mentalmente, mesmo que não haja uma mísera particula dele no ambiente. está preso a mim. eventualmente acordo com ele na cabeça, provavelmente para complementar os sonhos frequentes. nada basta, sempre é preciso sofrer mais um pouco! por mais que eu queira e precise fugir disso, essas pequenas coisas das quais eu não tenho controle algum me destróem, corróem, me deixam com o coração na mão. nas tuas.

Não sei se você já me esqueceu
Mas eu ainda me lembro de você.

Tava faltando um romantismo aqui. Agora tem. Libertem.

Saturday, March 06, 2010

o fim e o começo.

Terminei as Visões de Cody e quero destacar que, no final, rolam explicações e comentários feitos pelo Allen Ginsberg sobre as gravações e lugares citados. Isso somou bastante ao livro, achei muito legal o jeito dele colocar as coisas e também defender a obra. Ainda tenho um trecho anotado para postar aqui, mas como comecei a ler Sexus e já estou completamente enloquecida amando cada linha, vou deixá-lo pra depois. Fato engraçado foi que, há algumas noites, antes de dormir, eu pensei "que saudade de ler Henry Miller" (devaneio meigo, ok?). Então, no dia seguinte, seguindo minha rotina marota, saí visando comprar algo pro almoço e acabei entrando num sebo (vou ali de tempo em tempo pra ver se tem alguma novidade) e quando já estava quase desistindo de achar algo, avisto, rente ao chão, na última (ou poderia ser chamada de primeira) prateleira... aquela capa laranja vulgar, onde os peitos na foto e as letras enormes em amarelo berrando "SEXUS" brigam para ver quem chama mais a atenção. Paguei os 7 reais, tinha apenas 10. Logo, não pude comprar comida e voltei pra casa com aquela sensação de dever cumprido (entenda se quiser). Lamentei não ter encontrado-o da outra vez, se tivesse eu poderia ter lido na ordem certa (como já devem ter notado - ou não - pelos posts, eu li Plexus ano passado).


"Ela não está no salão. Poderá estar deitada na cama lendo um livro, poderá estar fazendo amor com um campeão de boxe, ou poderá estar correndo como louca através de um campo de restolho, um sapato num pé, o outro descalço, um homem chamado Espiga de Milho perseguindo-a furiosamente. Onde quer que ela esteja, eu estou na escuridão completa; sua ausência me anula."

xxx

"Há trinta anos venho carregando a cruz de ferro de ignominiosa servidão, servindo mas não acreditando, trabalhando mas não recebendo salário, repousando mas não conhecendo paz nenhuma. Porque eu deveria acreditar que tudo mudará subitamente, bastando apenas possuí-la, apenas amando e sendo amado?
Nada mudará a não ser eu mesmo."


Henry Miller, Sexus

dead men don't lie

"Curto você porque juntos a gente curte estar perdido e o fato de que é claro que nunca vamos conquistar nada que não seja a morte (...)"


Kerouac, Visões de Cody

Friday, March 05, 2010

de neal cassady

Monday, March 01, 2010

no pântano a pesca seria mais triste.

"Beijamo-nos ainda uma vez, na escada, e, quando puxei o cordão, a porteira murmurou qualquer coisa atrás da sua porta. Tornei a subir, e pela janela aberta vi Brett, que se dirigia para uma grande limusine parada junto à calçada, sob a lâmpada em arco. Entrou e o carro partiu. Sobre a mesa havia um copo vazio e outro pela metade, de branda e soda. Levei os dois para a cozinha e esvaziei na pia o copo ainda pelo meio. Apaguei o gás da sala de jantar. Sentei-me na cama, atirei longe os chinelos com um movimento dos pés, e deitei-me. Era aquela a Brett por que eu havia chorado. E agora via na imaginação, subindo a rua, entrando no automóvel, assim como vira, na realidade; naturalmente, não tardei a sentir-me de novo como se estivesse no inferno. Durante o dia, nada mais fácil do que mostrar que não se dá importância, mas, à noite, é diferente."

xxx

" - Como é possível ser tão idiota? Por que não foi com alguém de seu meio, ou com você ou comigo? - acrescentou instantaneamente. - Sim, comigo?
Olhou atentamente para o espelho, ensaboando outra vez ambas as faces:
Tenho um rosto honesto, um rosto com o qual toda mulher estará em segurança, um rosto que devia ser projetado em todas as telas do país. Toda mulher, ao descer do altar, devia receber uma reprodução dessa cabeça. As mães deviam falar desse rosto às suas filhas. Meu filho - apontou com a gilete para mim -, vai para o oeste com esse rosto e prospera, ao mesmo tempo que teu país."


Hemingway, O Sol Também se Levanta

Tuesday, February 23, 2010

volta às aulas

Queria copiar duas páginas inteiras, mas a preguiça e noção de que ninguém leria tudo me fizeram pegar só este trecho. Coincidência ou não, acabou de cair Tom Waits - On the Road no shuffle.


"Essas primeiras visões do mundo percebidas através da janela de uma universidade em toda a segurança e que eram tão melancólicas e ao mesmo tempo tão agradáveis e bacanas a ponto de você levar elas com você para a cama com um sorriso no rosto por assim dizer (agora eu me deito pensando nas angústias presentes com um sorriso nervoso) devem ter sido muito mais reconfortantes que as que eu tenho agora porque agora eu me sinto muito assustado e muito estranho em relação a tudo. Era uma questão de pegar carona - a bela e confortável escuridão de um bom (mau) e velho campus universitário, quando as luzes cintilam com um birlho tênue e dourado ao anoitecer, em especial no entardecer de inverno, quando o ar está tão limpo que os sinos da novena retinem com um timbre nítido e puro que atravessa o ar como gelo e você pára fungando em frente a uma vitrine inglesificada cheia de livros ou de camisas da Books Brothers que você não precisa sequer comprar, só olhar já basta. Naquela época eu devo ter sido feliz para agora trazer comigo essas memórias, para ter salvo uma única memória que não esteja enterrada como todos os momentos felizes do presente são enterrados no mesmo momento em que nascem, de modo que eu não lembro de nada disso no dia seguinte e fico só à espera de novas tristezas."


Jack Kerouac, Visões de Cody

Saturday, February 20, 2010

boa escolha.

Jack - Uma tarde começou a nevar, o Beethoven pintou, era hora de ir para o treino... a neve caía... tã-tã-tã-tããã! (Tema de Beethoven) tã-tã-tã-tããã (a cada intervalo Cody diz só e escuta com ares solenes) e eu pensei "Treino é o caralho... vou ficar aqui sentado no quarto curtindo um Beethoven e escrevendo umas palavras nobres", você sabe - foi assim que eu larguei o futebol (rindo) nada mais lógico ou menos... lógico.

trecho da gravação/diálogo entre Jack e Cody


Jack Kerouac, Visões de Cody

Saturday, February 13, 2010

rima carnavalesca x helter skelter














"tô de cara que é carnaval
todos querem sair
eu só quero ler e dormir

esse é o meu clima
sou uma ótima amante,
mas não dançarina"


obs: nem eu me aguento. um beijo pra BRASIL.

Friday, February 05, 2010

open the gate

"...eu nunca te disse, mas caminhando na ponta dos pés até a tua casa, curtindo a rua, curtindo as indicações disponíveis do que tá rolando na tua casa a uma quadra de distância (na verdade entendendo numa miríade de pensamentos rápidos tudo o que eu sinto enquanto a casa se ergue à minha frente e ativa tudo ao redor dela, no bolso da camisa os caderninhos se batendo), avançando pouco a pouco até bater na porta que vai ser exatamente como naquelas tardes de verão quando eu fingia que tava morrendo de sede no deserto mas um árabe hospitaleiro me levava até a tenda dele e colocava um copo de água gelada na minha frente, mas dizia "Você só poderá beber se a sua fortaleza e os seus homens se renderem, e terão que se render de joelhos, implorando" e eu aceito, curvo a cabeça numa grande agonia heróica mas vendo o copo, as gotinhas na borda enfumaçada, o gelo estalando, e me avançando em direção a ele, pondo a borda devagar nos lábios, a bebida proibida, o momento exato do primeiro gole e de apreciar a água pura e simples, nossa, uau, você sabe como é, e é assim que eu vou bater na sua porta que não é uma porta qualquer."

trecho da carta para cody.


Jack Kerouac, Visões de Cody

Sunday, January 31, 2010

novidade

Sal Paradise virou Jack Duluoz e eu finalmente comecei a ler algo novo.

"Ela ia se derreter por mim em dois minutos, sei só de olhar pra ela. Um casal judeu horrendo de meia-idade agora sentado com ela - como Amonóides invasores. E agora ela sai - com beleza, simplicidade. Já não sinto vontade de chorar e morrer e me descabelar quando vejo ela sair porque tudo se afasta de mim desse jeito agora - garotas, visões, tudo, do mesmo jeito e para sempre e eu aceito a perda para sempre.
Tudo me pertence porque eu sou pobre."

Jack Kerouac, Visões de Cody

Wednesday, January 06, 2010

eu também

"Porque não escreve a respeito das palavras? Não preciso ler tudo isso para ver que você é apaixonado pelas palavras..."
Não tive certeza de compreender exatamente o que ele desejava ouvir de mim sobre o assunto, sobretudo para um público de 5 cents.

Ainda Plexus.

Tuesday, January 05, 2010

Ah, todo esse tempo parado
Aquela leseira começa a incomodar
Entre um delírio e outro penso em você e eu
Saindo pra não voltar
Mais alguns quilômetros ao sul e estaríamos lá
Em qualquer quarto modesto até nosso desejo se saciar
Eu seria Sal Paradise e você minha Rota 66
Nós iríamos longe sem ninguém saber
Eu seria Sal Paradise e você minha Rota 66
Porque há muita vida para pouco prazer
Ah, na estrada todos os nossos problemas ficarão pra trás


Tiro Williams, Sal Paradise

Grata eternamente ao Marcin por mandar essa bela canção. Sigo em busca da rota.

Sunday, January 03, 2010

ok, mas não sou ''bem estranha''

"Sim, ela é bem estranha. E um bicho sórdido, obstinado, também. Discutam com ela e estarão perdidos. Ela sabe como bloquear todas as saídas. Fica-se preso na armadilha, mal se começa a discutir. Nunca pensei que as mulheres pudessem ser tão absolutamente lógicas. Não importa o que se esteja discutindo: odores, doenças ou manchas solares. A última palavra é sempre dela, seja qual for o assunto."

Henry Miller, Plexus

Wednesday, December 23, 2009

sal

angel, i've never seen you. grapevine twine and loose news noose. sitting on your driveway. twisting baited lines to drive me away. let me let go. you're like a likeable bully. our favorite, late night desperate phone calls. sugar, even odd smiles are in this season.

Wednesday, December 16, 2009

vamos

"Sei apenas que estou mais solitário do que nunca. Tudo o que agora ocorre terá a qualidade de choque e descoberta. Não estou só. Estou no meio de outros solitários. E cada um de nós fala sua própria e única linguagem! É como a reunião de deuses distantes, cada um envolvido na aura de seu próprio mundo incompreensível. É o primeiro dia da semana no novo ciclo da consciência. Um ciclo, preciso dizer?, que talvez dure uma semana ou a vida inteira. En avant, je me dis. Allons-y! Nous sommes là!"

Henry Miller, Plexus

Friday, December 04, 2009

flávia

"Fazia muitas observações, geralmente acerca de episódios triviais. Essas observações eram sempre humorísticas e temperadas com malícia e ironia. Mas, no fundo, carregadas de ternura, uma imensa, melosa ternura, quase sufocante. Essa ternura, que sempre abafava, redimia-lhe o rancor, a crueldade, a índole vingativa. Tratava-se, porém, de um aspecto de sua natureza que ele raramente mostrava perante outras pessoas. Em geral era brusco, mordaz, ácido. Com poucas palavras e gestos, destruía um ambiente."

Henry Miller, Plexus

Thursday, November 26, 2009

entendo.

''Dei-me conta de que o quarto estava impregnado do meu espírito. Eu pertencia àquilo ali, e a mais nenhum lugar. Seria tolice comportar-me como um chefe de família. Deveria ficar em casa, escrevendo. Não deveria fazer outra coisa senão escrever. A Providência já cuidava de mim há certo tempo, por que não cuidaria sempre? Quanto menos eu tratasse de coisas práticas, mais suaves as coisas correriam. Essas incursões ao mundo só faziam com que eu me sentisse alienado da humanidade.''

Henry Miller, Plexus

Thursday, October 22, 2009

primeira impressão.

"Bom! Portanto, estava livre, digamos, para escrever algo acerca de Coney Island no inverno. Se gostassem, o artigo seria impresso, meu nome o assinaria, e eu poderia mostrá-lo aos amigos, levá-lo comigo, pô-lo debaixo do travesseiro à noite, lê-lo sub-repticiamente, vezes sem conta, porque a primeira vez que a gente se vê em letra de fôrma fica fora de si, prova afinal ao mundo que é realmente um escritor, e deve provar isso ao mundo pelo menos uma vez na vida, ou então a gente fica louco por acreditar em todos, menos em si próprio."

Henry Miller, Plexus

Wednesday, October 21, 2009

me cobiça como se eu funcionasse

"Finalmente, aconteceu-me de ficar afastado do escritório três dias consecutivos. Uma pausa suficiente para me tornar impossível o retorno. Três dias e noites gloriosos, fazendo exatamente aquilo de que gostava, comendo bem, dormindo mais, gozando cada minuto do dia, sentindo-me imensuravelmente rico por dentro, abandonando qualquer ambição de lutar contra o mundo, sentindo umas comichões de iniciar minha própria vida privada, confiando no futuro, desligado do passado, como poderia suportar de novo o arreio? Além disso, sentia estar fazendo a Clancy, meu patrão, uma grande injustiça. Se tivesse alguma lealdade ou integridade, devia dizer-lhe que estava cheio. Não ignorava que ele vivia a me defender, apresentando desculpas constantes por mim ao seu patrão, o santo sr. Twilliger. Mais cedo ou mais tarde, Spivak, sempre na minha trilha, me passaria para trás. Ultimamente, ele passava boa parte do tempo no Brooklyn, bem na minha jurisdição. Não, eu estava frito. Era tempo de confessar tudo."

Henry Miller, Plexus


estou lendo compulsivamente nas últimas semanas. será que isso vai preencher o vazio dentro de mim? difícil acreditar.
quero: revival tour '09.

After this there will be hats on different bodies
After this there will be no more beautiful dresses
After this there will be fast cast

After this there will be no one
After this there will be so many good ones
After this there will be less interest

Sunday, October 18, 2009

they call me a-fuckin' milo

a verdade é a seguinte: se as pessoas se sentissem realmente confortáveis com as escolhas feitas não precisariam se esquivar ou fugir das suas consequências. segurança é tudo na vida, jovens. mesmo que tu faça algo idiota, por favor, acredite naquilo. argumente, encare de frente ao invés de se esconder culpando terceiros ou através do passar do tempo.

minha vida é praticamente uma festa (à fantasia).
só falta a máscara.

Saturday, October 17, 2009

aloha (a banda)

Hello my friend
I'm so sure it's you again
You've emerged looking worse
But it's nothing we can't mend

Your handshake's so weak
And your smile is a fraud
But you've come to the right place
Just in time it's been so long

...
mais ou menos por aí.

não sou a mesma de ontem.

"O sol está se pondo. Sinto esse rio correndo dentro de mim: seu passado, seu solo antigo, o clima mutável. As colinas o cercam delicadamente: seu curso é fixo.''

Henry Miller, Trópico de Câncer

Eis o final mais simples e genial de todos os tempos. Sou eu.

Sunday, October 11, 2009

anotação de aula.

"Desde tempos imemoriais e adentrando o futuro sem fim, os homens amaram mulheres sem dizer a elas, e o senhor os amou sem dizer, e o vazio não é o vazio porque não há nada para ser esvaziado."


Tristessa, Jack Kerouac

quem bebe não dorme.

demorou? já tinha desistido de comparecer ao evento quando recebi um telefonema do estilo "passo aí. te espero se precisar'', então despachei a cã e saí guiando o jovem na estrada, até a parte que só as anotações nos salvaram. dois dias se passaram e cá estou em casa já sentindo saudade do clima no morro. não sei se eu tive sorte ou o que, mas o fato é que as pessoas das barracas perto da minha (...que me cedeu um canto, na realidade. valeu aí, baby) eram muito acolhedoras e pilhadas (além de garbosas). drinks em poths e churrasco 24 horas. me visualiza comendo uma coxinha de galinha as 7 da manhã, sentada na frente de uma fogueira e rindo por achar que era bom (odeio coxinha, se é que tu me entende). lete, largue o saco de pinhão. agora imagina que algumas horas depois eu adormeci no sol e acordei com câncer de pele. isso tudo após deitar com pé molhado e acordar beirando os 38 graus negativos. sinuca sob efeito com participação mais do que especial do mozine. fla-flu com muita torcida e pouco talento também rolou. pogar enrolada num cobertor é válido. só amor. minha língua tava afiada de uma maneira inacreditável, lembro de fazer trocadilhos com todas músicas do mukeka. (ouví a seguinte frase de DUAS pessoas: "ri muito das tuas rimas no acampamento") ok, isso certamente não compensa o fato de ter apenas ouvido o show, mas passar boa parte da noite usando o boné TINTAS SUVINIL ANOS 80 DE PEÃO PEDREIRO da Laja já fez valer todo o esforço (inexistente). e a verdade é que ''2 garrafas de walesa costumavam ser o suficiente'' (em homenagem a junkie's promise do sonic youth).
claro que nada é perfeito e uma pessoa foi lá me assombrar, posando de boa e depois me culpando por um futuro imaginário e problemático (theme to 2015), mas após toda a polêmica eu ainda consegui retornar ao movimento (sensual) e conversar com as pessoas que eu tinha abandonado.
obs: a alemoa não é de sapucaia. e meu apelido não é alemoa, diga-se de passagem. onde a lei não chegou ainda? sapiranga.

''não preciso acampar para armar a barraca'', frase memorável e inspirada em MSCANALHA. o nome do autor não será divulgado para manter a privacidade do frederico.